quarta-feira, julho 06, 2011

Alimentos Minimamente Processados

    
    Eles estão presentes em feiras livres, mercados e em lojas sofisticadas há mais de 4 anos, e cada vez  mais vem ganhando espaço na mesa do consumidor devido a praticidade de preparo, frescor e redução de perdas. 

   Os alimentos Minimamente Processados são alimentos picados prontos para o consumo, surgiram a fim de  proporcionar ao consumidor um produto conveniente, muito parecido com o fresco e que mantém sua qualidade nutritiva e sensorial além também da redução do desperdício pós colheita, agregação de valor ao produto e melhor remuneração do setor. Vale lembrar que o preço desses produtos são 180% mais caros que os produtos a granel.


    Podemos encontrar esse tipo de alimento de forma bem diversificada como mostra a figura abaixo: 




  Após a colheita dos vegetais eles são encaminhados para o processamento como descrito abaixo:
  • Recepção (seleção, pesagem e classificação);  
  • Pré - resfriamento;
  • Limpeza e lavagem;
  • Sanificação e lavagem;
  • Incorporação de aditivos;
  • Centrifugação;
  • Mistura e montagem;
  • Embalagem.
    O controle microbiológico de produtos minimamente processados envolve vários fatores, destacando-se a qualidade da matéria-prima, condições de transporte, de processamento, de embalagem e de comercialização. Por isso, são necessários cuidados na higiene e na sanificação do ambiente, equipamentos e utensílios que entram em contato com os alimentos durante o processamento, desde o plantio até o consumo. 


   Esse tipo de alimento não possui uma legislação própria, sendo necessário adotar medidas de controle sanitário desses assim como: análise de controle e riscos, adoção de BPF (Boas Práticas de Fabricação), capacitação de profissionais da vigilância sanitária e inspeção.
   Portanto é necessário que, mesmo sendo produtos de pronto consumo, seja feita a higienização por parte dos consumidores a fim de se evitar uma contaminação por microrganismos.


Fonte: 
SILVA, M. P. da, ISHIHARA, Y. P. , SANTOS, K. K. L. Alimentos Minimamente Processados:        Uma breve revisão. 2006

 AQUINO, A. C. de. Controle de qualidade em frutas e hortaliças minimamente processadas.       
ANVISA
         
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         

5 comentários:

  1. Nossa. Não sabia que existia uma variedade tão grande assim! Devo ir mais ao supermercado.
    Lendo esse artigo, lembrei de uma tradução que eu fiz sobre as vantagens de se usar embalagens de vidro em vez de plástico pra guardar alimentos. Achei bem interessante. Fica a minha sugestão para um próximo artigo aqui do blog. :)

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  2. Olá adorei sua postagem, estou pesquisando a possibilidade de implantar na minha região uma beneficiadora de alimentos minimamente processados...
    você pode me dar uma visão do passo a passo que eu vou ter que fazer par estruturar tudo?
    Agradeço!

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    Respostas
    1. Boa noite. Agradeço o elogio.
      Peço desculpas, mas a área de processamento mínimo e principalmente vegetais não são da minha área de conhecimento, mas tenho um material bom que poderá te ajudar, se quiser, só me mandar seu e-mail. Abraços!

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    2. Opa! claro que eu quero esse material meu e-mail é: peregrino_mg@hotmail.com agradeço sua ajuda!

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